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  • Justiça estende decisão do STJ e coloca réus da Operação Collusion em liberdade

    Justiça estende decisão do STJ e coloca réus da Operação Collusion em liberdade

    A Justiça de Terenos revogou a prisão preventiva de Geraldo Alves Pereira e a prisão domiciliar de Eudmar Rogers Nolasco de Faria, ambos réus em processo decorrente da Operação Collusion, que investiga suspeitas de fraudes em contratos públicos no município.

    A decisão foi tomada pelo juiz Valter Tadeu Carvalho, da Vara Única de Terenos, que entendeu ser possível estender aos dois os efeitos de habeas corpus concedidos anteriormente pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a outros acusados do mesmo processo.

    Com a nova decisão, também foram determinadas as solturas de Leandro de Souza Ramos e Francisco das Chagas Veras Nascimento, que já haviam obtido no STJ a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares.

    Com isso, quatro réus passaram a responder ao processo em liberdade, sujeitos às condições determinadas pela Justiça.

    Entenda o caso

    A Operação Collusion foi deflagrada em janeiro e investigou suspeitas de irregularidades em contratos públicos firmados no município de Terenos.

    De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), os fatos envolvem uma dispensa de licitação da Prefeitura de Terenos realizada em 2022 e diferentes cartas-convite e dispensas de licitação promovidas pela Câmara Municipal entre 2023 e 2025.

    A acusação também aponta suposta participação dos investigados em uma organização criminosa. As alegações, contudo, ainda são objeto de análise judicial e não representam condenação definitiva.

    Medidas cautelares

    Ao substituir as prisões, a Justiça estabeleceu algumas obrigações aos réus.

    Eles não poderão permanecer por mais de oito dias fora de suas residências sem informar previamente à Justiça onde poderão ser localizados. Também deverão manter o endereço atualizado e comparecer aos atos processuais sempre que forem intimados.

    O magistrado advertiu que o descumprimento das medidas poderá levar à decretação de nova prisão preventiva.

    A decisão considerou, entre outros fundamentos, o entendimento adotado pelo STJ em habeas corpus anteriores. Segundo o magistrado, não foram identificadas circunstâncias específicas que justificassem a manutenção das prisões de Geraldo e Eudmar enquanto outros corréus, em situação semelhante, passaram a responder ao processo em liberdade.

    A investigação e a ação penal continuam em andamento.

  • Vigilância apreende 60 kg de chipas e 30 kg de queijo de origem desconhecida em Campo Grande

    Vigilância apreende 60 kg de chipas e 30 kg de queijo de origem desconhecida em Campo Grande

    Uma fiscalização da Vigilância Sanitária, com apoio da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra as Relações de Consumo (Decon), apreendeu aproximadamente 60 quilos de chipas em produção e outros 30 quilos de queijo caipira de origem desconhecida em uma fábrica localizada no Carandá Bosque, em Campo Grande.

    A fiscalização ocorreu na manhã desta quinta-feira (10), após denúncia de que o estabelecimento receberia uma carga de aproximadamente 90 quilos de queijo. No momento da inspeção, 30 quilos do produto ainda estavam no local, enquanto o restante já havia sido utilizado na fabricação das chipas.

    Segundo a fiscalização, os funcionários não souberam informar a procedência do queijo encontrado no estabelecimento. O produto estava armazenado em sacolas e foi considerado irregular pela equipe responsável pela inspeção.

    Os agentes também identificaram problemas em alguns dos equipamentos utilizados na produção. Outra irregularidade constatada foi o funcionamento da empresa sem a presença de um responsável técnico.

    No momento da ação, apenas o gerente estava no estabelecimento. O proprietário acionou um advogado para acompanhá-lo durante a fiscalização.

    Apesar das irregularidades encontradas, não houve registro de boletim de ocorrência. Segundo a reportagem, o caso será encaminhado para as providências administrativas cabíveis pela própria Vigilância Sanitária.

    A fiscalização ocorreu em uma fábrica localizada na Rua Vitória Zeola, entre as ruas Luzia de Castro Coimbra e Apaporé, no bairro Carandá Bosque.

    A apreensão interrompeu a comercialização dos produtos considerados irregulares e deverá resultar na adoção das medidas administrativas previstas pela legislação sanitária.

  • Governo de MS prevê investimento de R$ 136 milhões em infraestrutura aérea no Pantanal

    Governo de MS prevê investimento de R$ 136 milhões em infraestrutura aérea no Pantanal

    O Governo de Mato Grosso do Sul prevê investimento de aproximadamente R$ 136 milhões em infraestrutura aeroportuária voltada à região do Pantanal.

    A iniciativa integra a estratégia estadual de ampliação da estrutura logística e de transporte aéreo em uma das áreas de maior importância econômica, ambiental e turística do Estado.

    A implantação ou modernização da pista aérea deverá contribuir para melhorar o acesso à região, facilitar o deslocamento de moradores e trabalhadores e ampliar as condições para operações relacionadas ao turismo e às atividades produtivas.

    A infraestrutura aeroportuária também possui importância estratégica em situações de emergência, especialmente em uma região sujeita a incêndios florestais, períodos de cheia e dificuldades de deslocamento terrestre.

    O investimento faz parte de um conjunto de ações do Governo de Mato Grosso do Sul voltadas à melhoria da infraestrutura e à integração das diferentes regiões do Estado.

    Além do impacto logístico, a estrutura poderá fortalecer o turismo no Pantanal, setor considerado estratégico para a economia sul-mato-grossense.

    A proposta ocorre em um momento em que o Estado amplia investimentos em rodovias, aeroportos e outras estruturas consideradas fundamentais para aumentar a conectividade regional e dar suporte ao crescimento econômico.

    O projeto ainda depende do cumprimento das etapas administrativas e técnicas necessárias para sua execução, conforme o cronograma estabelecido pelo poder público.

  • Pesquisa aponta Flávio Bolsonaro com 43% contra 33% de Lula em Mato Grosso do Sul

    Pesquisa aponta Flávio Bolsonaro com 43% contra 33% de Lula em Mato Grosso do Sul

    Pesquisa do Instituto Ranking Brasil Inteligência aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da corrida presidencial em Mato Grosso do Sul. No cenário estimulado, o parlamentar aparece com 43% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 33%.

    O resultado representa vantagem de dez pontos percentuais para Flávio no Estado. No levantamento anterior, realizado em maio, o senador tinha 42,6%, contra 34,4% de Lula, diferença de 8,2 pontos.

    O levantamento foi realizado entre os dias 1º e 5 de junho e ouviu 2 mil pessoas com 16 anos ou mais em 30 municípios sul-mato-grossenses. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números MS-06874/2026 e BR-03768/2026.

    Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 2,8%; Augusto Cury (Avante), com 1,2%; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 0,8%; Renan Santos (Missão), com 0,6%; Romeu Zema (Novo), com 0,2%; e Rui Costa Pimenta (PCO), com 0,1%.

    Cenário espontâneo

    Quando os entrevistados são questionados sem receber uma lista de candidatos, Flávio também aparece numericamente à frente. O senador registra 22%, contra 19% de Lula.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 4%. Ronaldo Caiado soma 0,8%, Augusto Cury 0,6%, Cabo Daciolo 0,4% e Romeu Zema 0,2%.

    O percentual de eleitores que declarou voto branco ou nulo chega a 25,4%, enquanto 27% não souberam ou não quiseram responder.

    Rejeição

    A pesquisa também mediu a rejeição dos principais nomes. Lula aparece com 33% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de maneira alguma. Flávio Bolsonaro registra 23%.

    Em comparação com o levantamento anterior, a rejeição de Lula subiu de 31,4% para 33%, enquanto a de Flávio avançou de 19% para 23%.

    Os números representam o cenário eleitoral no momento em que a pesquisa foi realizada e não constituem previsão do resultado das eleições.

  • Aluguéis recuam em Campo Grande, e Jardim dos Estados registra uma das maiores quedas

    Aluguéis recuam em Campo Grande, e Jardim dos Estados registra uma das maiores quedas

    O mercado de locação residencial de Campo Grande apresenta sinais de acomodação nos preços, com redução dos valores pedidos em diferentes regiões da Capital. Entre os bairros mais valorizados, o Jardim dos Estados aparece entre os locais que registraram queda expressiva nos preços de aluguel.

    O movimento ocorre mesmo em uma região tradicionalmente marcada pela valorização imobiliária e pela concentração de imóveis de padrão médio e alto.

    Levantamentos recentes mostram que os valores de locação podem apresentar diferenças significativas de acordo com o tamanho, localização e características do imóvel. No Jardim dos Estados, por exemplo, anúncios atualmente disponíveis apontam apartamentos de aproximadamente 109 metros quadrados com valores que variam de cerca de R$ 3,3 mil a R$ 7,2 mil mensais.

    Dados de mercado também indicam que o aluguel na região vem apresentando retração, em contraste com a valorização observada no preço de venda dos imóveis.

    A redução pode representar uma oportunidade para quem procura imóvel para morar, mas também sinaliza um cenário de maior negociação entre proprietários e inquilinos.

    Especialistas do setor imobiliário costumam apontar que fatores como aumento da oferta, mudança no perfil da procura, renda das famílias e condições econômicas influenciam diretamente os preços praticados.

    Apesar da queda, o Jardim dos Estados continua entre as regiões mais valorizadas de Campo Grande. O bairro reúne imóveis residenciais, estabelecimentos comerciais, clínicas e escritórios, além de estar próximo de importantes corredores viários da Capital.

    A tendência, portanto, não significa necessariamente perda de valor patrimonial dos imóveis, mas uma adaptação do mercado de locação às condições atuais de oferta e demanda.

  • Justiça autoriza perícia em ação de R$ 12 milhões envolvendo o chamado “Pai E.T. Bilu”

    Justiça autoriza perícia em ação de R$ 12 milhões envolvendo o chamado “Pai E.T. Bilu”

    A Justiça autorizou a realização de perícia no processo que envolve uma disputa de aproximadamente R$ 12 milhões relacionada à criação e à utilização de uma moeda digital atribuída ao grupo ligado ao chamado “Pai E.T. Bilu”.

    A medida busca esclarecer aspectos técnicos da operação e verificar elementos apresentados pelas partes no processo. A discussão judicial envolve acusações relacionadas à utilização indevida de tecnologia e à suposta pirataria de uma moeda digital.

    Com a autorização da perícia, especialistas deverão analisar documentos, registros eletrônicos e demais elementos considerados relevantes para esclarecer a origem, o funcionamento e a eventual utilização dos ativos digitais questionados na ação.

    O procedimento poderá ajudar a Justiça a estabelecer a extensão dos fatos e identificar responsabilidades, caso sejam comprovadas as irregularidades alegadas.

    A ação tramita na esfera cível e envolve valores milionários. Até o momento, as acusações apresentadas no processo não equivalem a uma condenação definitiva, e o mérito da disputa ainda deverá ser analisado pela Justiça.

    A perícia representa uma etapa importante para a produção de provas e poderá subsidiar as próximas decisões judiciais no processo.

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