Empreendimentos nos bairros Leblon e Tarumã somam investimentos previstos de R$ 72,2 milhões; seleção de beneficiários está prevista para 2027.
A Prefeitura de Campo Grande formalizou, na quinta-feira (15), medidas para viabilizar a construção de 352 apartamentos destinados à habitação de interesse social. Os empreendimentos serão implantados nos bairros Leblon e Tarumã, com a participação dos governos municipal, estadual e federal.
A iniciativa integra a política de ampliação do acesso à moradia e prevê investimentos que, somados, chegam a R$ 72,2 milhões. A expectativa é atender famílias que se enquadrem nos critérios dos programas habitacionais e ampliar a oferta de unidades residenciais na Capital.
O primeiro empreendimento é o Residencial Leblon, que terá 192 apartamentos e investimento estimado em R$ 40 milhões. O segundo, o Residencial Zélia Gattai, no bairro Tarumã, contará com 160 unidades, com recursos previstos de R$ 32,2 milhões.
Os apartamentos foram projetados com sala, cozinha, dois quartos, banheiro e área de serviço, de acordo com as informações divulgadas pela administração municipal.
A prefeita Adriane Lopes informou que a seleção dos beneficiários deverá ocorrer no início de 2027, por meio da Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários. A efetiva participação das famílias dependerá do atendimento às regras do programa e dos procedimentos de seleção aplicáveis.
A formalização dos empreendimentos representa uma etapa relevante para transformar os projetos habitacionais em novas unidades residenciais. O acompanhamento das próximas fases permitirá verificar o cronograma das obras, os critérios de enquadramento das famílias e os prazos para entrega.
Além do impacto social, a construção dos conjuntos pode movimentar a cadeia da construção civil, com demanda por materiais, serviços especializados e mão de obra. A dimensão desse efeito econômico dependerá do ritmo de execução dos projetos.
A ampliação da oferta habitacional também precisa ser acompanhada pela disponibilidade de infraestrutura urbana, como transporte, saneamento, equipamentos públicos e acesso a serviços essenciais. Esses fatores são determinantes para que a entrega das unidades se converta em melhoria efetiva das condições de vida dos moradores.
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